pai
não me deixe
pai
pai
mulher, mulher
EX FVMO DARE LVCEM
Erza
mulher, canto
me repito
novamente me
me
meu
olhos e horizontes
cinzas
frios
longes
peço
eco
prece
peco
Adriana Calcanhoto
formigas
for
migas
formigalhas
Gullar
sino
vazio
praia
frio
Pablo
cu
puta
livros
Buk
tudo que escrevo está escrito
vou embora
não posso
que é para Pasárgada
trem
tem dono
todos os sofrimentos já foram sofridos
menos o meu
mesmo que porventura alguém o tenha sofrido
por prática
assino
porém
qualquer eu
poderia ter escrito
isso
2 comentários:
Parabéns pelos poemas.
Na semana passada eu estava no congresso de letras clássicas na UERJ, assisti sua palestra sobre comédia latina, excelente!
Eu também me aventuro pelo lado poético da vida, devaneiando alguns pensamentos. Sua leitura será bem vinda! abraços
ezariano... gostei. abraços, m.
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